(Verso 1)
Sexta-feira à noite, o couro vai comer
Vesti minha jaqueta, nada a perder
Passei na farmácia, fiz o meu ritual
Comprei o comprimido que me torna imortal
Não é feitiçaria, não é bomba de efeito
É o segredo amarelo que estufa o meu peito!
(Pré-Refrão)
O sangue tá subindo, a pressão vai torar
A visão tá azulada, mas eu não vou parar
Se a patroa chamar ou se a balada ferver
Eu tenho cinco miligramas pra me fazer ferver!
(Refrão)
Tadalafila! O motor não vai pifar!
Tadalafila! Hoje o bicho vai pegar!
É aço escovado, é dureza total
Com o Tadala no sangue, eu me sinto imortal
(Verso 2)
Cheguei na balada, avistei a primeira
Papo de malandro, sorriso de bobeira
Ela nem imagina o que está por vir
Um pistão de carretinha que não quer dormir
Trinta e seis horas de pura função
É o terror da vizinha e do meu coração!
(Ponte - Solo de Guitarra Frenético)
(Grito: “Manda o amarelo pra dentro, garoto!”)
(Verso 3)
As meninas comentam: "Nossa, que disposição!"
Mal sabem elas que é pura pressão
Tô travado no brilho, tô firme no jogo
O pai tá on-line e cuspindo fogo!
Pode vir a loira, a ruiva ou a morena
Com o Tadala na veia, pode vir grande ou pequena
(Final)
Tadalafila! (A noite inteira!)
Tadalafila! (Não é brincadeira!)
O meu foguete não tem freio, não tem direção...
É o rei do asfalto, o Senhor do tesão!!