(JUNE MOONE • ENCHANTRESS)
[Intro – Sussurro]
June Moone...
Eu ouvi teu nome sob a lua.
Enchantress...
Abre o selo.
Desperta a chama.
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[Verso I]
Entrei no templo onde o tempo se partiu,
cada pedra guardava o eco do vazio.
Meu sangue desenhou antigos sigilos,
e o silêncio vestiu meus sentidos.
June fechou os olhos da razão,
outra voz pulsou no coração.
Não sou vítima, nem salvação,
sou o caos tomando forma na criação.
A lua negra beija minha fronte,
o medo curva-se diante do horizonte.
Toda máscara cai ao chão,
quando desperta a verdadeira invocação.
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[Pré-Refrão]
Entre sombra e clarão,
não existe divisão.
Toda força reprimida
renasce na iniciação.
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[Refrão]
ENCHANTRESS!
Eu sou Magia!
Fogo que rompe a prisão.
Eu sou Magia!
Tempestade dentro da mão.
June e Enchantress,
duas faces, um altar.
Quando o véu desaparece,
ninguém pode me parar.
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[Verso II]
Os símbolos dançam na pele,
o impossível agora me segue.
O velho mundo tenta resistir,
mas minha vontade faz ruínas florir.
Cada cicatriz virou portal,
cada perda tornou-se ritual.
Não existe medo para quem viu
o próprio abismo chamar de lar.
Minha voz atravessa dimensões,
desfaz coroas, quebra ilusões.
Onde termina a carne mortal,
começa o reino primordial.
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[Ponte]
Eu não fujo da sombra.
Eu a transformo em estrela.
Eu não destruo por destruir.
Eu dissolvo...
para reconstruir.
Do silêncio nasce o verbo.
Do verbo nasce o poder.
Do poder nasce a mulher
que nenhum mundo consegue conter.
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[Grande Refrão]
ENCHANTRESS!
A noite inteira canta meu nome.
A chama eterna nunca consome.
MAGIA!
Minha vontade rompe o destino.
Minha essência escreve o caminho.
June Moone desperta...
Enchantress caminha...
Caos e ordem
respiram na mesma alma.
Não existe corrente
para quem descobriu
que o verdadeiro círculo
sempre esteve dentro de si.
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[Outro]
Lua acima.
Terra abaixo.
Sangue desperto.
Espírito desperto.
June...
Enchantress...
A porta abriu.
E jamais
será fechada.