(Verso 1)
Nasceu do vento, do sal e da coragem,
De homens pequenos com sonhos gigantes.
Lisboa ergue-se, o Tejo é passagem,
Para mundos novos, antes distantes.
Caravelas rasgam o fim do mapa,
Sem medo do escuro do além.
A fé guiava cada etapa,
Portugal não seguia ninguém.
(Pré-Refrão)
Era o mar que chamava o destino,
Era Deus, era força e razão.
Não foi sorte, foi caminho,
Desenhado pela nossa mão.
(Refrão)
Oh Império de mar e glória,
De coragem, honra e visão.
Do Minho a Timor, mesma história,
Um só nome, uma só nação.
Fomos donos do mundo um momento,
Escrito no sal do mar.
E esse orgulho vive no tempo,
Ninguém o pode apagar.
(Verso 2)
Índia, Brasil, África inteira,
Especiarias, ouro e saber.
A língua levada de bandeira,
Palavras que o mundo aprendeu a dizer.
Portos abertos, rotas traçadas,
O mundo ligado por nós.
Não houve correntes quebradas,
Houve caminhos feitos de voz.
(Pré-Refrão)
Com espada, fé e ambição,
Erguemos impérios no mar.
Não pedimos perdão à história não,
Portugal nasceu para liderar.
(Refrão)
Oh Império de mar e glória,
De coragem, honra e visão.
Do Minho a Timor, mesma história,
Um só nome, uma só nação.
Fomos donos do mundo um momento,
Escrito no sal do mar.
E esse orgulho vive no tempo,
Ninguém o pode apagar.
(Ponte)
O mar lembra quem fomos então,
Cada onda repete o nome.
Portugal não pede aprovação,
A nossa grandeza não some.
Não choramos o que passou,
Celebramos o que ficou.
Quem abriu o mundo fomos nós,
E o mundo isso nunca apagou.
(Último Refrão (épico)
Oh Portugal de alma eterna,
De fado, espada e coração.
O império vive na língua moderna,
Na memória de cada nação.
Não somos passado perdido no mar,
Somos herança, força e razão.
Enquanto houver alguém a cantar,
Portugal vive na canção.
(Outro)
Do sal ao céu, do mar à voz,
O mundo conhece quem somos nós.