[Instrumental: Violão com batidas suaves e bateria, ritmo lento.]
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Introdução:
Levado ao limbo que não sei onde é,
Por sombras sem nome, sem forma, sem fé.
Arrancado de tudo aquilo que conheci,
Agora sou uma sombra de tudo que fiz...
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Verso:
Local distante, terra estranha.
Não existe "eu", não existe "nós".
Por mãos invisíveis, arrastado.
Meu espírito?! (Quebrado.)
Ecos de gritos, desesperados.
No espelho, encontro a única voz...
(Não existe "eu", não existe "nós".)
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Pré-Refrão:
Quem sou eu, onde estou?!
Perdido no espelho, meu nome se foi.
Minha alma vaga entre o ontem e o hoje,
Sem um caminho que possa trilhar.
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[Instrumental]
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Refrão:
(Estrangeiro entre céus que nunca viu.)
(Teu nome apagado, suas ações de nada serviram.)
Eis-me agora, uma alma a vagar,
Sob o peso do desconhecido, a chorar...
Sob o peso do desconhecido, a chorar...
Sob o peso, a chorar...
A chorar.
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[Solo]
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Ponte:
Não vejo nada que reconheço.
Sem promessas de recomeço.
Minhas raízes?! Cortadas!
Sem lugares, um rosto, um beijo...
Juntei-me ao inferno de almas danadas!
Minhas lembranças agora são desejos...
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Refrão:
Um cativo, um sem lar,
Perdido na história, sem um ombro a chorar.
Meu nome esquecido...
(Já está!)
Sua descendência nem mesmo lembrará...
(Sua voz não será ouvida.)
Sua descendência não o lembrará.
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[Instrumental]
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Pré-Refrão:
Minha família... meu lar...
Me diga, por favor, quem eu sou?
(Contemple o nada!)
Será que um dia irei retornar?!
(É um cativo.)
Qual desses homens... minha alma quebrou?!
(Hahahaha...)
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[Instrumental]
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Final:
Um cativo, sem um lar.
(Até no limbo, conseguiu fracassar.)
Perdido na história, sem local a voltar...
(Voltar.)
Meu nome esquecido,
Jogado ao limbo...
(Sofrimento merecido.)
Mereço o castigo?
(Sem ombro a chorar!)
(Sua descendência não se lembrará...)
Argh...
(Sua descendência não se lembrará...)
Ah!!!
(Sua descendência não se lembrará...)
Aaaargh...
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[Instrumental em fade-out]