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## Estrofe 1
Um, um, dois...
E tu já não voltou.
Três, cinco, oito...
E o tempo me empurrou.
Treze faltas,
vinte e um dias,
a sequência cresce,
e eu só tropeço.
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## Refrão
Teu nome queimou sem resposta.
Promessa virou nó na garganta.
Tentei achar lógica na perda,
mas só restou falta.
Dei voltas demais no vazio.
Falei o que não devia.
Perdi no detalhe,
morri por poesia.
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## Estrofe 2
Zero, um...
E a esperança sumiu.
Três palavras ditas,
nenhuma serviu.
Cinco chances,
sete erros,
um abraço só,
e um amor disperso.
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## Refrão 2
Tentei acertar de primeira,
mas tudo virou reticência.
Não teve plano,
não teve ciência.
A cada passo,
um peso, um corte.
Fui refazendo a queda
como se fosse sorte.
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## Ponte
Não sou sinal,
sou ruído tentando sentido.
Não sou estrutura,
sou instinto repetido.
E se eu volto,
não é por orgulho.
É que meu erro
sempre foi cego e barulho.
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## Último Refrão (revelação)
E um, um, dois...
já era o começo.
Três, cinco, oito...
teu nome em tropeço.
Treze, vinte e um...
não era só má sorte.
Era padrão disfarçado,
era amor — em ordem torta.