(Filhos das Estrelas de Sirius)
(Afro Tribal | World Music | Ponto Ancestral Místico)
[Intro]
Ôôô... ô Nommo... Ôôô... ô Amma... Das pedras antigas da falésia Ecoa a voz dos ancestrais...
[Verso I]
Antes do tempo existir, Antes da terra girar, Amma sonhou o universo E fez a vida despertar.
Do ventre da criação Nasceu o canto primordial, As águas guardavam segredos Do grande plano celestial.
Nas cavernas da memória O fogo não se apagou, Cada estrela conta histórias Que o silêncio conservou.
[Pré-Refrão]
Escuta o tambor da terra, Escuta o céu responder, Há caminhos entre mundos Que só o coração pode ver.
[Refrão]
Somos filhos das estrelas, Filhos do mesmo luar. Guardiões dos velhos mistérios Que o tempo não pôde apagar.
Ô Sirius, luz distante, Brilha dentro de nós. O universo canta vivo Em cada alma, em cada voz.
[Verso II]
Nas falésias de Bandiagara Os antigos deixaram sinais, Mapas feitos de símbolos, Portais ancestrais.
Os Nommo trouxeram as águas, A palavra e a direção, Ensinando que toda vida Nasce da mesma canção.
Cada máscara revela O que os olhos não veem, Há espíritos caminhando Onde os ventos vêm e vão.
[Ponte]
Não existe separação, Não existe solidão, O céu mora na terra E a terra no coração.
O invisível dança perto, Muito além da razão, Toda estrela é um espelho Da nossa própria expansão.
[Grande Refrão]
Somos filhos das estrelas, Filhos da imensidão. Carregamos em nosso peito A memória da criação.
Ô Sirius, estrela guia, Farol da ancestralidade, Ilumina nossos passos Nos caminhos da eternidade.
[Final]
Ô Amma... Ô Nommo... Que o tambor nunca se cale.
Ô Amma... Ô Nommo... Que a lembrança nos embale.
Das estrelas viemos, Às estrelas voltaremos. E no círculo do cosmos Para sempre cantaremos...
Ôôô... ô Sirius... Ôôô... ô Amma... Ôôô... ô Nommo...