( INVICTO — O CANTO DO QUE NÃO SE CURVA)
(Verso I)
Da noite densa que me envolve inteiro,
Escura como o fundo do abismo sem fim,
Eu agradeço à Vida — ou ao Mistério —
Pela chama indomável que vive em mim.
Não me tomaram o nome,
Não me quebraram a voz,
Minha alma não se rende,
Meu espírito é feroz.
(Pré-Refrão)
Quando o mundo aperta,
Eu respiro mais fundo.
Quando tudo cai,
Eu permaneço no centro.
(Refrão / Mantra)
Sou invicto.
Sou inteiro.
De pé no caos, eu me governo.
Sou o mestre do meu caminho,
Sou o capitão do meu destino.
Sou invicto.
Sou real.
Nem o medo me dobra mais.
Meu corpo sangra,
Mas minha cabeça não se curva jamais.
(Verso II)
Nas garras frias da circunstância,
Não chorei, não recuei, não me escondi.
Sob os golpes cegos da inconstância,
Caí ferido — mas nunca desisti.
Cada queda virou mapa,
Cada dor virou lição,
O acaso bate forte,
Mas não manda no meu coração.
(Pré-Refrão II)
Se o tempo ameaça,
Eu encaro sem tremor.
O futuro pode rugir,
Eu respondo com amor.
(Refrão / Mantra)
Sou invicto.
Sou inteiro.
De pé no caos, eu me governo.
Sou o mestre do meu caminho,
Sou o capitão do meu destino.
Sou invicto.
Sou real.
Nem o medo me dobra mais.
Meu corpo sangra,
Mas minha cabeça não se curva jamais.
(Ponte — Spoken / Sussurrado)
Não importa o quão estreito seja o portão.
Não importa o peso do julgamento escrito.
Eu não terceirizo minha alma.
Eu não entrego meu leme.
Eu escolho.
Eu assumo.
Eu sigo.
(Mantra Final — repetível)
Eu sou o mestre do meu destino.
Eu sou o capitão da minha alma.
Eu sou o mestre do meu destino.
Eu sou o capitão da minha alma.
(repete até o silêncio virar poder)