Ummm ummm como um grito que não pede perdão.
ódio exposto, sem filtro
Cheff, sempre tentaste magoar,
sempre pelas costas, sempre na sombra,
como um cobarde sem rosto,
sem honra, sem coragem, sem nome.
Cheff, falas alto pra esconder o vazio,
gritas ordens mas tremes por dentro,
porque quem precisa humilhar
já perdeu a guerra contra si mesmo.
Tu não vales nada,
nada, nada mesmo,
és poeira suja a fingir poder,
um homem feito de medo e mentira.
Sempre foste a tua própria merda,
vivendo sem notar,
afundado na tua própria podridão,
sem espelho, sem alma, sem verdade.
Merda sem nome,
sem história, sem raiz,
tentaste quebrar-me o corpo
porque nunca conseguiste tocar meu espírito.
Pisaste, gritaste, ameaçaste,
pensando que eu cairia de joelhos,
mas cada palavra tua virou força,
cada ataque virou combustível.
Eu vi teu medo nos teus olhos,
no dia em que falaste demais,
era o pânico de um homem pequeno
a ser desmascarado pelo silêncio.
Tu sempre fugiste do confronto limpo,
preferiste a mentira, o jogo sujo,
porque quem anda direito
não precisa esconder as mãos.
Hoje eu cuspo estas palavras
não pra te destruir,
mas pra arrancar de mim
o peso que tu tentaste deixar.
Ficaste para trás, cheff,
no lixo do tempo,
onde homens sem honra
apodrecem sem testemunha.
Eu sigo em frente,
com cicatrizes, sim,
mas de cabeça erguida,
porque sobrevivi a ti.
E isso, cheff,
é a tua maior derrota.
Sim sim