(Verso 1)
Lembro o toque, o cheiro, o riso solto
Em cada canto um eco do que fomos
Duas almas tecidas, um amor tão forte
Jurávamos que o tempo seria cúmplice, não a morte
(Pré-Refrão)
Mas a vida, às vezes, dobra a esquina errada
E o que era linha vira um nó na garganta
Tentamos tanto, juro, a gente tentou
Mas a canção mais linda um dia desafinou
(Refrão)
E a dor de te perder é um espinho cravado
No peito que te amou, agora dilacerado
Não foi falta de querer, nem amor que sumiu
Foi a força do adeus que em nós se imprimiu
E agora, aqui sozinho, eu só te peço:
Diz que não foi em vão, diz que valeu a pena
Esse amor que partiu, que virou só lembrança
E me deixou na chuva, sem sol, sem esperança
(Verso 2)
Guardo as fotos, os bilhetes, as promessas em vão
Cada palavra dita, cada doce emoção
Poderíamos ter sido, a gente sonhou
Mas o destino traiçoeiro nos separou
(Pré-Refrão)
E a vida, às vezes, dobra a esquina errada
E o que era linha vira um nó na garganta
Tentamos tanto, juro, a gente tentou
Mas a canção mais linda um dia desafinou
(Refrão)
E a dor de te perder é um espinho cravado
No peito que te amou, agora dilacerado
Não foi falta de querer, nem amor que sumiu
Foi a força do adeus que em nós se imprimiu
E agora, aqui sozinho, eu só te peço:
Diz que não foi em vão, diz que valeu a pena
Esse amor que partiu, que virou só lembrança
E me deixou na chuva, sem sol, sem esperança
(Ponte)
É difícil aceitar que o amor não bastou
Que a paixão não impediu o que se desfez
Mas o que vivemos, ah, isso ninguém roubou
Fica em mim, em cada lágrima que escorre de uma vez
(Refrão Final)
E a dor de te perder é um espinho cravado
No peito que te amou, agora dilacerado
Não foi falta de querer, nem amor que sumiu
Foi a força do adeus que em nós se imprimiu
E agora, aqui sozinho, eu só te peço:
Diz que não foi em vão, diz que valeu a pena
Esse amor que partiu, que virou só lembrança
E me deixou na chuva, sem sol, sem esperança.