O Som das Correntes Caindo
Estrofe 1
O silêncio é pesado atrás das grades do medo
Onde a alma se esconde e guarda o seu segredo
Parece que o muro é alto e não tem saída
E a esperança se esvai nas feridas da vida
Mas há um louvor que nasce no peito de quem crê
Que atravessa o concreto e faz o céu descer.
Pré-Refrão
Não precisa de chave, Ele entra no recinto
Onde o homem despreza, Deus faz o infinito
Sinta o chão tremer, ouça o som do trovão
A glória de Deus está descendo na prisão!
Refrão
Deus entra na cadeia, quebra o cadeado
Liberta o cativo, perdoa o pecado
Onde havia trevas, Ele traz o Seu brilho
Pega o rejeitado e chama de filho!
As grades se abrem, as almas renovam
O Deus do impossível é quem te dá a prova
Que não há masmorra, nem ferro, nem dor
Que resista à presença do Consolador!
Estrofe 2
Onde o mundo deu fim, Ele escreve o começo
Pois o sangue da cruz já pagou o teu preço
O choro que invade a cela escura e fria
Agora se torna em canto de alegria
Ele cura a mente, restaura o que foi morto
Transforma o presídio em um Santo Porto.
Ponte
Caiam as correntes, caiam os grilhões!
Ele está visitando os corações!
Quem era escravo, agora é livre pra adorar
O Rei da Glória acabou de chegar!
Finalização
Livre, enfim livre...
Almas renovadas, cadeias vazias.
Pois onde o Espírito de Deus está,
Aí há liberdade.