[Verso 1]
Ooooo oooooo ooooo, eu venho na estrada
Passos na poeira, a noite preparada
Ninguém me para, ninguém me guia
O volante manda, a luz é só minha
As ruas sussurram segredos de ferro
Os códigos queimam, eu escrevo no escuro
Procuro o cachorro, procura os sinais
Onde estão as chaves, onde estão os ais?
[Pré-refrão]
Mas a cidade fecha a porta
E o vento leva minha voz
Eu sigo, mesmo sem resposta
Porque quem manda sou eu, sou feroz
[Refrão]
Aqui quem manda sou eu, mais ninguém chega
Panzerfahrer na pista, acende a entrega
Os códigos na minha mão, começo a guerra
Onde está o cachorro com os códigos — não! — não, não aqui quem manda sou eu
[Verso 2]
Faróis cortam o silêncio, ferro e neon
Os passos se perdem na canção do motor
Cada rua conhece o nome do meu rosto
Cada sombra aprende o peso do meu gosto
Eu quero começar — rasgar a linha
Descobrir os segredos, revelar a sina
O cachorro late, esconde a verdade
Eu sigo em frente, sou minha vontade
[Pré-refrão]
E a noite não me engole
Só me faz mais capaz
O mapa é minha sorte
Eu volto pra trás jamais
[Refrão]
Aqui quem manda sou eu, mais ninguém chega
Panzerfahrer na pista, acende a entrega
Os códigos na minha mão, começo a guerra
Onde está o cachorro com os códigos — não! — não, não aqui quem manda sou eu
[Ponte — fala/declamação sobre acordes]
(voz quase sussurrada, crescendo)
“Procura nos sulcos, encontra a rota, não temas.
O nome se esconde na poeira — eu sou a chama.”
(Golpe de caixa, recuo, depois retorno explosivo)
[Solo instrumental]
(Guitarra elétrica com overdrive — 8 compassos — sobe para o clímax)
[Refrão — repetição com variação]
Aqui quem manda sou eu, ninguém há de tirar
Panzerfahrer, aço na veia a pulsar
Os códigos queimam, eu risco o mapa inteiro
Onde está o cachorro? — eu encontro por inteiro
(Última linha, ritmo desacelera)
Não, não, não — aqui quem manda sou eu...
[Outro — fade vocal + instrumental]
Ooooo oooooo ooooo… (vocal em eco)
(violão limpo + pad sintetizado, encerrando com uma nota sustentada em Em)
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