[Verso 1]
Falam alto, mas não dizem nada,
jogam sombras, fingem luz.
Cada queda que eles veem,
usam só pra se sentirem mais alguém.
Sorriso doce, veneno na voz,
fingem santos entre nós.
Enquanto o mundo tenta ser real,
eles vivem num teatro banal.
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[Pré-Refrão]
Eu vejo eles sob o holofote,
mas nos olhos não há sorte.
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[Refrão]
Criticam só pra brilhar,
pra esconder o medo de falhar.
Apontam dedos sem pensar,
mas não têm coragem de se olhar.
Falam de erros que não entendem,
vivem de máscaras que se defendem.
Deixo falarem, deixo ir,
quem mente não sabe sorrir.
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[Verso 2]
Dizem o que fiz errado,
esquecem o quanto lutei cansado.
Por trás de tanta falsidade,
só querem sentir vaidade.
Mas quando a noite cai no peito,
e o silêncio grita o que é feito,
a verdade vem devagar —
sem brilho pra disfarçar.
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[Ponte – suave, quase sussurrada]
Quem rebaixa o outro pra subir,
no fim não tem pra onde ir.
Quem sorri só pelo aplauso,
fica só no próprio caos.
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[Refrão – final emocional]
Criticam só pra brilhar,
pra esconder o medo de falhar.
Mas eu sigo firme, coração aberto,
mesmo ferido, sigo certo.
Ser verdadeiro não é fraquejar,
é ter coragem pra amar.
Deixo falarem, deixo ir,
porque eu nasci pra evoluir.
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