[INTRO – sussurrado / tag]
Yeah… (tum-tum)
No beat do tambor… eu me encontro.
Axé.
[REFRÃO / HOOK – pra repetir muito]
Dá replay, dá replay, dá replay no meu axé,
Quando a vida pesa, elas põem meu sonho de pé.
Água me leva, fogo me acende, mata traz o remédio,
Eu vim do caos, mas hoje eu ando no meu próprio prédio.
Dá replay, dá replay, dá replay nessa visão,
Yabá no meu peito, tipo coroa no coração.
Se quiser me testar, vai ter que ser com respeito:
Eu sou maré — eu não abaixo a cabeça, eu abaixo o preconceito.
[VERSO 1]
Tô na city, mas minha alma é terreiro,
Coração batendo grave, som de mundo inteiro.
Quando eu travo, eu respiro, eu volto pro centro,
Minha fé não é enfeite — é fundamento.
Ela disse: “Menos pressa, mais presença”,
“Não se vende por migalha nem por audiência.”
Eu pego a dor, transformo em arte de verdade,
Porque cura também é estratégia de liberdade.
[PRÉ-REFRÃO]
Se eu choro, vira rio, se eu rio, vira mar,
Se eu queimo, viro estrela — não dá pra apagar.
Eu não tô sozinho, eu tenho um clã invisível:
Mãe é força suave… e também é impossível.
[REFRÃO / HOOK]
Dá replay, dá replay, dá replay no meu axé,
Quando a vida pesa, elas põem meu sonho de pé.
Água me leva, fogo me acende, mata traz o remédio,
Eu vim do caos, mas hoje eu ando no meu próprio prédio.
Dá replay, dá replay, dá replay nessa visão,
Yabá no meu peito, tipo coroa no coração.
Se quiser me testar, vai ter que ser com respeito:
Eu sou maré — eu não abaixo a cabeça, eu abaixo o preconceito.
[VERSO 2 – mais trap, mais attitude]
Falam de sorte… eu falo de caminho,
Tem mão que aponta, eu tenho mão de carinho.
Tem gente que julga, eu sigo invicto,
Meu silêncio é oração, meu verbo é conflito.
Quando a inveja vem, eu banho minha mente,
Corto o laço torto e sigo mais consciente.
Minha prosperidade não é só cifrão:
É ter paz no olhar e ter chão no coração.
[PONTE – “tambor break”, quase mantra]
Tum… tum… tum… (respira)
Eu não corro de mim.
Tum… tum… tum… (respira)
Eu volto pro jardim.
Tum… tum… tum… (respira)
Eu honro o que eu sou.
Tum… tum… tum…
Axé me criou.
[ÚLTIMO REFRÃO – dobra de vozes / coro]
Dá replay, dá replay, dá replay no meu axé,
Quando a vida pesa, elas põem meu sonho de pé.
Água me leva, fogo me acende, mata traz o remédio,
Eu vim do caos, mas hoje eu ando no meu próprio prédio.
Dá replay, dá replay, dá replay nessa visão,
Yabá no meu peito, tipo coroa no coração.
Se quiser me testar, vai ter que ser com respeito:
Eu sou maré — eu não abaixo a cabeça, eu abaixo o preconceito.
[OUTRO – falado, suave]
No beat do tambor…
Eu lembrei quem eu era.
E isso… ninguém tira.