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[Verso 1]
Foram meses – de luta e dor,
cada noite, cada suor.
Eu fiquei, você fugiu,
me deixou sozinho e riu.
De manhã, fingiu ser rei,
gritou alto: “Olha, eu que mandei!”
Mas sem a gente, sem o chão,
você não passa de ilusão.
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[Pré-Refrão]
Diz que venceu, mas quem perdeu foi você,
teu espelho mente só pra te esconder.
A verdade grita, não dá pra calar,
tá escrita no teu rosto, pode olhar!
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[Refrão]
Pelas tuas mentiras – caiu teu brilho,
só os tolos ainda tão contigo.
O fracasso tá na tua mão,
corres em círculos sem direção.
Pelas tuas mentiras – desabou teu show,
fingiu demais, ninguém comprou.
Eu tô de pé – firme e nu,
e você? nunca foi real, nem tu.
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[Verso 2]
A gente suou, e você só falou,
se gabou do que nunca alcançou.
Gritou pro mundo: “Vê o que eu fiz!”
Mas sem nós, você não existe.
Hoje eu vejo claro o que sobrou,
um vulto vazio, que se apagou.
Não há palavra que eu vá crer,
acabou teu jogo, pode entender.
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[Refrão]
Pelas tuas mentiras – caiu teu brilho,
só os tolos ainda tão contigo.
O fracasso tá na tua mão,
corres em círculos sem direção.
Pelas tuas mentiras – desabou teu show,
fingiu demais, ninguém comprou.
Eu tô de pé – firme e nu,
e você? nunca foi real, nem tu.
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[Ponte – suave, sentida]
Talvez um dia foi de verdade,
mas trocou amor por vaidade.
Vendeu amizade por gritar mais alto,
e agora o eco é o teu fardo.
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[Último Refrão – explosivo]
Pelas tuas mentiras – caiu teu brilho,
só os tolos ainda tão contigo.
Teu fracasso berra em teu olhar,
eu sigo em frente – sem te escutar.
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[Outro – falado, baixo]
Foram meses…
a gente lutou.
Você gritou…
mas ninguém mais escutou.
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