🎙️ “Azul com Vermelho eu misturo, olha a cor do fim…
Vazio Roxo rasga o mundo, cês não tão pronto pra mim!
Eu caminho no caos, passo lento, olhar gelado…
O mais forte tá na área, o destino tá selado!
Sukuna vem no corte, quer me ver no chão sangrando…
Mas no meu Infinito, seu ataque morre andando!
Eu sumo num piscar, reapareço do teu lado…
Nem percebeu minha presença, só sentiu o impacto!
Ele tenta outra técnica, muda o ritmo da batalha…
Mas eu leio cada intenção, tua maldade não me falha!
Eu soco o chão— BOOM! —o cenário vira pó…
Quando Gojo tá lutando, não existe ‘só’!
Ele corta o prédio no meio, a cidade vira cicatriz…
Risco no concreto, Sukuna quer me ver infeliz!
Aí ele vem no soco, sequência suja, sem freio…
Mas eu sou o mais forte, eu devolvo no mesmo meio!
Dentro do prédio é guerra, é trocação, é brutal…
Punho canta, vidro estoura, isso aqui tá sobrenatural!
Punho vermelho aceso, ódio puro na mão!
Eu ativo o Azul no punho, puxo tudo pra colisão!
Quando Azul e Vermelho bate, vira fim de quarteirão…
KABUM! cai o prédio inteiro… e eu sigo em pé no chão!
Lado a lado, olho no olho, clima tenso, sem perdão…
Duas lendas se encarando… silêncio antes do trovão!
Aí nós dois fala junto… ‘EXPANSÃO DE DOMÍNIO!’
O ar pesa, o mundo para… virou palco do destino!
Santuário Malevolente, o inferno abre o portão…
Corte invisível no vento, tudo vira execução!
E o corte pega no pescoço… sangue cai no chão…
Mas cê esqueceu, Sukuna… eu sou a exceção!
Reversão na veia, eu costuro minha dor…
Eu me curo no meio da luta, eu sou meu próprio doutor!
Só que o domínio pesa… meu kit fica travado…
Sem técnica na mão… mesmo assim eu sigo armado!
Porque eu não sou só poder… eu sou mente e coração…
Se for na pura trocação… eu ainda ganho na pressão!
Santuário tá rodando, corte vem sem direção…
Eu travado nas técnicas, mas não travo no coração!
Se quer me ver no chão, vai ter que trabalhar dobrado…
Porque eu sorrio na dor… eu nasci abençoado!
Corte no ombro, no peito, rasga a pele, rasga o ar…
Mas eu fecho cada ferida antes do sangue pingar!
Reversão tá cantando, meu corpo vira motor…
Eu regenero no inferno e volto ainda pior!
Sukuna debocha, fala que agora eu tô no fim…
Mas cê tá lutando com o cara que faz o impossível virar ‘sim’!
Sem técnica? Sem problema… eu vou no corpo a corpo,
Meu punho é um feitiço, minha postura é o meu suporte!
Eu avanço na raça, encurto a distância…
Se o corte é teu idioma, eu respondo na elegância!
Um passo, dois passos, o mundo vira um ringue…
E o mais forte tá sorrindo mesmo quando o chão distingue!
Porque eu já vi a morte, eu já vi o caos de perto…
E mesmo assim eu volto, eu nunca fico incompleto!
Se o domínio te protege, eu aprendo tua lição…
E transformo tua vantagem na tua punição!
A luta vira um ciclo, o tempo fica cruel…
O céu fica pesado, o ar fica um papel…
E cada golpe que estoura, a cidade sente a dor…
Você acha q acabou? Então se liga dia 18 de março parte 2 está aí!