Lá na terra das formas, o vento vai cantar,
Três triângulos diferentes, prontos pra dançar.
O primeiro é o escaleno, os lados irregulares,
Cada um em seu tamanho, mas todos são singulares.
(Refrão)
Triângulos de mil histórias, cada um com seu lugar,
De lados diferentes, mas com um brilho no olhar.
Escaleno, isósceles, e o equilátero, tão certo,
Cada um tem sua estrada, seu destino aberto.
(Verso 2)
O segundo é o isósceles, dois lados a se igualar,
Simétrico e bonito, ele sabe se destacar.
Com um vértice erguido, e dois iguais a brilhar,
Ele fala de harmonia, um equilíbrio no ar.
(Refrão)
Triângulos de mil histórias, cada um com seu lugar,
De lados diferentes, mas com um brilho no olhar.
Escaleno, isósceles, e o equilátero, tão certo,
Cada um tem sua estrada, seu destino aberto.
(Ponte)
Agora o equilátero entra, com sua perfeição,
Três lados iguais, três ângulos em união.
Simetria no espaço, e uma paz no coração,
Ele dança no infinito, a pura contemplação.
(Refrão Final)
Triângulos de mil histórias, cada um com seu lugar,
De lados diferentes, mas com um brilho no olhar.
Escaleno, isósceles, e o equilátero, tão certo,
Cada um tem sua estrada, seu destino aberto.
(Outro)
Cada triângulo, uma história a contar,
Na matemática do mundo, é só olhar pra entender,
Lados diferentes, mas todos têm algo a ensinar,
E no fim, são todos iguais no que podem ser.