(Verso 1)
Ele chega na minha casa feito furacão,
Fala alto, ri de tudo, não tem freio nem chão.
Me chama pra aventura, pra zoeira e confusão,
Mas no fundo eu sei bem: ele é meu coração.
(Pré-refrão)
Quando o mundo pesa, ele aparece com sorriso,
Trazendo paz, trazendo caos… mas sempre no aviso:
“Bora viver agora, irmã, sem medo e sem atraso!”
E eu sigo rindo porque ele é doido por acaso.
(Refrão)
Meu irmão sem juízo, louco por natureza,
É amigo pra toda hora, meu refúgio, minha certeza.
Doido, bagunceiro, mas cheio de carinho,
Nesse mundo maluco, não troco ele por ninguém no caminho.
(Verso 2)
Ele dança torto, canta alto, inventa história,
Me defende como um leão, ah, isso eu guardo na memória.
Pode ser enrolado, pode ser meio doidão,
Mas é meu porto seguro no meio da confusão.
(Pré-refrão)
Quando eu tô triste, ele chega com zoeira,
O peso vira leve, vira riso a noite inteira.
Eu reclamo, xingo, digo “vai cuidar da sua vida”,
Mas sem ele o meu dia fica sem graça e sem risada.
(Refrão)
Meu irmão sem juízo, louco por natureza,
É amigo pra toda hora, meu refúgio, minha certeza.
Doido, bagunceiro, mas cheio de carinho,
Nesse mundo maluco, não troco ele por ninguém no caminho.
(Ponte)
E se ele some, já faz falta, eu admito,
O silêncio fica grande, até parece um grito.
Ele é caos e é amor, tudo junto num só ser,
Meu irmão, meu melhor amigo, meu motivo de viver.
(Refrão final)
Meu irmão sem juízo, louco por natureza,
Amigo pra toda hora, minha força, minha beleza.
Doido, imperfeito, mas tão cheio de brilho,
Sou grata por ter você caminhando no meu trilho.