## Verse 1
No vazio invertido, teu nome explode,
pó de estrela que nunca se acomode.
No refluxo do tempo, uma luz se curva,
é tua ausência que a noite entorta e turva.
## Pre-Chorus
Tão leve, tão leve — mas pesa demais,
teu eco distorce os sinais.
Entre o antes e o já,
sou partícula que não voltará.
## Refrão
Um, dois, três — e o ciclo se solta,
a espiral falha, mas ainda revolta.
Treze, oito — em ordem reversa,
o amor colapsa na dobra adversa.
Um, um — mas nunca o mesmo,
tua ausência é meu último enigma ileso.
## Verse 2
Maré que recua antes de quebrar,
o tempo me puxa, não quer me soltar.
O som do vazio tem tua frequência,
e minha órbita já perdeu paciência.
## Pre-Chorus
Tão leve, tão leve — mas sem retorno,
tua ausência é meu entorno.
Entre espinho e flor,
sou curva sem vetor.
## Refrão
Um, dois, três — e o ciclo se rompe,
a espiral do amor já não responde.
Treze, oito — contando ao contrário,
renasço no erro, no pulso precário.
Um, um — mas outra versão,
renascido no colapso da razão.
## Outro
Silêncio...
e só o eco torto,
dançando no fim do porto.
Stardust não volta,
mas flutua,
até que outra voz escuta.