Chamas romperam um lar
(Olhos chorando de dor)
Alma penada, ao inferno a rumar
(Sedenta de sangue, medo em flor)
A praia não foi gentil
(Arrancou o seu coração)
Redenção comprada com sangue vil
(Um flagelo contra a escuridão)
A Jardineira da Morte não terá perdão!
Figura encapuzada, uma foice de prata e consigo carrega o cheiro da morte
Essa é a história de uma criança
Que teve a sua capa, manchada em sangue!
(Essa morte se tornou vermelha)
As sombras criaram um ser tão cruel!
E ela quer ver sangue chover do céu...
[...]
Um demônio criado com carinho e amor
Mas com o objetivo de causar dor
O pai dominado por culpa se recusou
(E seu propósito abandonou)
Mas essa traição não seria perdoada!
As consequências tornariam cinzas a sua morada
(Nada era verdade, tudo foi apenas um plano)
Uma sádica armação contra os seres humanos
Eu não consigo entender o que está acontecendo!
Esse pecado não é meu, por que estou sofrendo?
Só irei descansar depois que viver sem mim
(Seus sentimentos criaram o que sou)
Tantos anos te protegendo, mesmo assim
(Tudo foi em vão, o ciclo recomeçou)
Corram de medo, a morte está chegando
(Sua própria raça está caçando!)
Eu terei minha vingança
(E o rei irá arder em chamas)
De me salvar não existe esperança
(Meu jardim se rega de matança)
Figura encapuzada, uma foice de prata e consigo carrega o cheiro da morte
Essa é a história de uma criança
Que teve a sua capa, manchada em sangue!
(Essa morte se tornou vermelha)
As sombras criaram um ser tão cruel!
E ela quer ver sangue chover do céu...
Depois de anos o ciclo terá um fim
Último nome a pintar com carmesim
Pecados não irão me parar
Pragas do meu jardim, eu vou arrancar!
(Com sangue começou, com sangue vai terminar)
O eminente fim te faz tremer de medo
(Eu conheço bem o gosto do desespero...)
Figura encapuzada, uma foice de prata e consigo carrega o cheiro da morte
Essa é a história de uma criança
Que teve a sua capa, manchada em sangue!
(Essa morte se tornou vermelha)
As sombras criaram um ser tão cruel!
E ela quer ver sangue chover do céu...
Sua fúria ecoa no breu
(O jardim da morte ela tomou como seu)
A vingança é sua única sentença
(O espinho da rosa sangrenta...)