

Prompt / Lyrics
Abaixo da cidade e das casas Crescendo sem forma ou nome Mil cabeças, uma voz Que se alimenta do que some Há pratos demais na mesa Camas frias, portas abertas Pessoas somem mas ninguém espera A cidade sempre foi assim CANTA Ela canta — o mundo esquece Ela chama — ninguém vem Quando uma memória desvanece Outra cabeça ela tem CANTA APAGA O NOME DEVORA A VOZ Mil sorrisos sob a cidade Todos cantam pra se esconder Se alguém morreu nesta noite Nunca houve alguém pra viver CANTA Quando a lembrança sangrou e se desfez A besta nasceu outra vez CANTA MENTE PARA O MUNDO ENGOLE O REINO Ninho feito de ossos antigos Corpo moldado de erro e dor Cada cabeça é um rosto esquecido Cada boca é um antigo amor Sob a igreja e a taverna Torre esquecida de falsa fé Seu corpo se tornará a cidade inteira Mas ninguém lembrará como é CANTA Sua canção é um veneno A vontade enfraquece e cai no chão Se a fé tremer é esquecimento E sua voz será dela então Cada morte alimenta o monstro Cada nota leva um lar pro chão CANTA DISTORCE A HISTÓRIA ENGOLE A LUZ Tapem os ouvidos, não cedam para a canção Lembrem dos caídos, devorados sem nome Se a melodia invadir a mente, a música não terá perdão CANTA Contra ela você lutou sozinho Ninguém lembra que você existiu Quando a hidra abate a presa Apenas ela sabe quem partiu CANTA ESQUECE O MEDO APAGA SEU NOME Não há lenda, não há herói Ninguém lembra quem você foi Seu passado escrito em pedra Ela cantou até virar pó CANTA Fora daqui ninguém te espera Pois eles sempre viveram só A cidade inteira ela vai devorar Cada casa é uma refeição Cada adeus é uma promessa, e pra ela um jantar CANTA HIDRA DA MENTIRA DEMÔNIO DA GULA A igreja sempre foi vazia… A cidade sempre foi assim?
Tags
metal, symphonic metal, violin, orchestral
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No
1/3/2026