Cheguem, venham ouvir
Essa história a ecoar
Um sino fúnebre a soar
(Tão lúdica… mas pra te preservar)
Além dos carvalhos
Eles se esgueiram
Reze pra nunca pisar lá
(Tente se lembrar desse erro comum)
Senhor Emory, que homem tão cru
Sabe de tudo, não domina nenhum
Senhor Emory, teu plano falhou
Quem brinca de Deus colhe o que plantou
Nos liberte, nos liberte enfim
Da arte maldita de Emory
Você nos fere e não quer ver
Até a lâmina voltar para você!
Chegaremos, sim, chegaremos
Derrubando as paredes!
Chegaremos, sim, chegaremos
Nascidos no fogo que você fez!
Sem olhar para trás
Por anos ele vagou
Em terras distantes demais
Um dia ele retornou
(E foi ali que o caos começou)
Parecia mais velho
Parecia mais frio
Um poder estranho adquiriu
(Caiu em suas mãos, e a glória o consumiu)
Senhor Emory, que começo tão vil
Vendeu seu coração, pelas riquezas que pediu
Senhor Emory, sua arte te corrompeu
As vidas que criou, você mesmo soltou
Nos liberte, nos liberte enfim
Da arte maldita de Emory
Você nos fere e não quer ver
Até a lâmina voltar para você!
Chegaremos, sim, chegaremos
Derrubando as paredes!
Chegaremos, sim, chegaremos
Nascidos no fogo que você fez!
Um homem embriagado de poder
(O dom de criar vida!)
Ele abusou sem saber
(Torturando suas criações)
E um dia, pagou o preço...
Uma porta foi desenhada!
E todos atravessaram!
Dizem que ainda vagam por aí…
(Até hoje)
Como eu sei disso tudo? Bem…
Chegue mais perto.
Nos liberte, nos liberte enfim
Da arte maldita de Emory
Você nos fere e não quer ver
Até a lâmina voltar para você!
Chegaremos, sim, chegaremos
Derrubando as paredes!
Chegaremos, sim, chegaremos
Nascidos no fogo que você fez!
Chegaremos, sim, chegaremos
Derrubando as paredes!
Chegaremos, sim, chegaremos
Nascidos nas chamas que nos libertaram por fim…