

Prompt / Lyrics
Cheguem, venham ouvir Essa história a ecoar Um sino fúnebre a soar (Tão lúdica… mas pra te preservar) Além dos carvalhos Eles se esgueiram Reze pra nunca pisar lá (Tente se lembrar desse erro comum) Senhor Emory, que homem tão cru Sabe de tudo, não domina nenhum Senhor Emory, teu plano falhou Quem brinca de Deus colhe o que plantou Nos liberte, nos liberte enfim Da arte maldita de Emory Você nos fere e não quer ver Até a lâmina voltar para você! Chegaremos, sim, chegaremos Derrubando as paredes! Chegaremos, sim, chegaremos Nascidos no fogo que você fez! Sem olhar para trás Por anos ele vagou Em terras distantes demais Um dia ele retornou (E foi ali que o caos começou) Parecia mais velho Parecia mais frio Um poder estranho adquiriu (Caiu em suas mãos, e a glória o consumiu) Senhor Emory, que começo tão vil Vendeu seu coração, pelas riquezas que pediu Senhor Emory, sua arte te corrompeu As vidas que criou, você mesmo soltou Nos liberte, nos liberte enfim Da arte maldita de Emory Você nos fere e não quer ver Até a lâmina voltar para você! Chegaremos, sim, chegaremos Derrubando as paredes! Chegaremos, sim, chegaremos Nascidos no fogo que você fez! Um homem embriagado de poder (O dom de criar vida!) Ele abusou sem saber (Torturando suas criações) E um dia, pagou o preço... Uma porta foi desenhada! E todos atravessaram! Dizem que ainda vagam por aí… (Até hoje) Como eu sei disso tudo? Bem… Chegue mais perto. Nos liberte, nos liberte enfim Da arte maldita de Emory Você nos fere e não quer ver Até a lâmina voltar para você! Chegaremos, sim, chegaremos Derrubando as paredes! Chegaremos, sim, chegaremos Nascidos no fogo que você fez! Chegaremos, sim, chegaremos Derrubando as paredes! Chegaremos, sim, chegaremos Nascidos nas chamas que nos libertaram por fim…
Tags
folk metal, violin, lute
4:31
No
1/22/2026