Parece filme de ficção científica em plena luz do dia,
Um rato no ralo, rabo enrolado, filosofia sombria.
Roe o queijo que sobrou de um rei leão do passado,
Num reino abandonado, tempo todo embaralhado.
Diziam que era besteira, conversa mal falada,
Que eu tava viajando numa ideia descontrolada.
Mas minha mente anima cenas que ninguém via,
Transformo loucura em roteiro, poesia em energia.
Meu amor, não precisa ficar calada,
Eu só tava perdido numa ideia desvairada.
Entre planetas, portais e visão acelerada,
Minha mente cria mundos em madrugada.
Meu paraíso é te ver até mal-humorada,
Porque até brava você é minha risada.
Minha tristeza é te ver distante, desligada,
Sem entrar nas viagens da minha mente animada.
É desenho, é ficção, é delírio criativo,
Um rap animado, pensamento expansivo.
É rap de animação, ficção científica na batida,
Transformando cena doida em história colorida.
Do rato no ralo ao rei leão da memória perdida,
Minha mente é um estúdio onde a loucura ganha vida.
Ponte, câmera gira, a cena muda de dimensão,
O impossível vira script dentro da canção.
Se o mundo acha estranho, eu acho genial,
Minha imaginação é meu efeito especial.
Entre o real e o absurdo eu faço conexão,
Criando universos dentro dessa composição.
Refrão (2x):
Parece filme de ficção científica com o dia claro e um rato no ralo com rabo enrolado, comendo queijo de um Rei leão do passado.
Parecia que era besteira, que estava fazendo uma bosta mau falada.
Meu amor não tem porque você ficar calada, eu só tava pensando em uma mulher pelada.
Meu paraíso é te ver mal humorada, minha tristeza é te ver sem pensar em putaria.