(Verso 1)
Num banco do parque ele está,
Olhar perdido, sem ter pra onde olhar.
O estômago vazio, mas cheio de fé,
Sonha com um dia que melhor será.
(Pré-refrão)
Mesmo sem pão, ele pensa em doar,
Mesmo sem ter, ele quer ajudar.
A esperança brilha no olhar,
Quem planta amor vai colher seu lugar.
(Refrão)
Hoje eu ajudo, amanhã vou lembrar,
De um gesto simples, de um coração a brilhar.
Abrir os braços, estender a mão,
É assim que se cura a solidão.
(Verso 2)
Passam as horas, o sol vai cair,
Mas dentro do peito, algo insiste em sorrir.
A vida é dura, mas pode mudar,
Se cada um fizer seu pouco amar.
(Pré-refrão)
Mesmo sem pão, ele pensa em doar,
Mesmo sem ter, ele quer ajudar.
A esperança brilha no olhar,
Quem planta amor vai colher seu lugar.
(Refrão)
Hoje eu ajudo, amanhã vou lembrar,
De um gesto simples, de um coração a brilhar.
Abrir os braços, estender a mão,
É assim que se cura a solidão.
(Final)
No banco do parque ele sonha outra vez,
Que o mundo inteiro um dia será paz.
E quem pouco tem, muito pode dar,
Quando o coração sabe amar.
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