[Intro – voz grave com efeito]
Yeah…
Uh huh…
So selvagem…
(Oluap no beat…)
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[Refrão – x2]
Levo-te à loja do prazer,
Pões a língua no saber.
Não pares, deixa arder,
Até o corpo estremecer.
Mostro-te o doce sem papel,
Tens no palato o meu papel.
Ficas presa no meu hotel,
Só saímos quando o mundo der réu.
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[Verso 1]
Queres à tua maneira? Tá-se bem,
Rebolas pra trás ou puxo-te pra além?
Corpo a ferver, suor com veneno,
Chão tá a tremer, ambiente obsceno.
Pego no mic, tu já sabes o tema,
Na tua cintura eu resolvo o dilema.
Se fores freak, então sou mais ainda,
Na praia, no banco ou na esquina.
Doutor do love, não trago receitas,
Faço-te orar sem ser com igrejas.
Não falo demais, não lanço promessas,
Tás toda molhada, já sinto as pressas.
Mostra o que vales, salta no beat,
Desce e rebola tipo lowkit.
Veterano no jogo, não é sorte,
No fim do refrão, levas dose forte!
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[Refrão – x2]
Levo-te à loja do prazer,
Pões a língua no saber.
Não pares, deixa arder,
Até o corpo estremecer.
Mostro-te o doce sem papel,
Tens no palato o meu papel.
Ficas presa no meu hotel,
Só saímos quando o mundo der réu.
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[Verso 2]
O que fazemos ninguém mais sabe,
É no silêncio que o fogo arde.
Sobe no lombo, cavalgas no som,
Rodeo suado, sem freio, com dom.
Nunca ouviste sons assim,
Nem toquei mas já tás em mim.
Tiras o fecho como quem sabe,
Com pressa de ver se eu abro a chave.
Tanga fina, dança crua,
No teu corpo, a minha lua.
Apago as luzes, guio com tato,
Tu a tremer tipo impacto.
Vibra a cama, grita o chão,
Salta a alma, foge o não.
É tão visceral, tão real,
Que até o pecado parece legal.
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[Refrão – x2]
Levo-te à loja do prazer,
Pões a língua no saber.
Não pares, deixa arder,
Até o corpo estremecer.
Mostro-te o doce sem papel,
Tens no palato o meu papel.
Ficas presa no meu hotel,
Só saímos quando o mundo der réu.
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[Outro – voz arrastada, sussurrada]
Loja do prazer…
É só entre nós…
Sem desconto, sem troco…
(Oluap…)