Ela desce no grave, explode no chão,
Rebola no tempo, sem compaixão.
Calor no corpo, suor na pele,
O grelo dela é furacão que fere.
Shortinho curto, sem calcinha,
Chega no baile só na malícia.
Olha pro lado, puxa o cabelo,
Sussurra: “Quer sentir meu
Luz baixa, batida nervosa,
Ela é braba, ela é perigosa.
Não tem vergonha, não tem freio,
No quarto, no carro, no banheiro...
Grelo selvagem, chama no poder,
Quando ela senta, faz derreter.
No beat do funk, perde o juízo,
Ela domina, sem compromisso.
Grelo, grelo, solta no ar,
Ela te usa só pra gozar.
No baile, no quarto, na rave ou motel,
É grelo real – prazer no nível cruel.
Ela monta, ela gira, ela grita,
No ritmo quente, ela nunca evita.
Te deixa tonto, sem saber andar,
Te amarra na língua, faz implorar.
Dedo, língua, corpo inteiro,
Ela quer tudo – sem roteiro.
O grelo dela é revolução,
Tesão em forma de explosão!
"Rebola gostoso no meu colinho...
Quer meu grelo? Pede baixinho..."
(Kussgeräusch – POP!)
"Mas quando eu sento, tu geme alto...
Treme tudo, até o
Grelo selvagem, chama no poder,
Quando ela senta, faz derreter.
No beat do funk, perde o juízo,
Ela domina, sem compromisso.
Grelo, grelo, solta no ar,
Ela te usa só pra gozar.
No baile, no quarto, na rave ou motel,
É grelo rainha – no comando do céu.