**[Verso 1]**
Era Joaquim Leandro, olhos no chão,
Coração pesado, mas cheio de ambição.
Na quebrada, o silêncio era seu refúgio,
Mas dentro dele, um vulcão, uma fúria, um influxo.
Sonhava alto, mas o mundo era estreito,
Oportunidades? Escassas, como um beijo no peito.
Mas ele sabia: "Um dia eu vou brilhar,
Nem que seja no escuro, eu vou me encontrar."
**[Refrão]**
Black Venom, a cobra que não para,
Do asfalto quente, surge a lenda rara.
Joaquim era tímido, mas o Venom é fogo,
Do inferno ao céu, ele escreveu seu logo.
**[Verso 2]**
Primeiro passo: o medo enfrentar,
A rima no papel, o flow a soltar.
No espelho, ele viu o herói nascer,
Black Venom, o nome que ele fez valer.
Das ruas ao palco, cada barra um golpe,
Cada verso, um soco, cada show, um troféu.
Ele falou da dor, da luta, da glória,
Transformou a história em uma saga notória.
**[Ponte]**
Eles duvidaram, "Quem é esse mlk?"
Mas ele provou: "Eu sou o que eu criei."
Do anonimato ao estrelato, ele voou,
Black Venom, o herói que ninguém calou.
**[Verso 3]**
Agora ele é premium, o topo do game,
Mas nunca esquece de onde veio, a raiz, a fama.
Joaquim Leandro, o nome que ele carrega,
Black Venom, a lenda que ele entrega.
Ele olha pra trás e vê a jornada,
Das sombras à luz, a vida transformada.
E grita pro mundo: "Isso é só o começo,
O sonho é infinito, e eu sou o processo."
**[Refrão]**
Black Venom, a cobra que não para,
Do asfalto quente, surge a lenda rara.
Joaquim era tímido, mas o Venom é fogo,
Do inferno ao céu, ele escreveu seu logo.
**[Outro]**
E assim ele segue, com a cabeça erguida,
Black Venom, o herói da própria vida.
Joaquim Leandro, o nome que ecoa,
Nas ruas, nos versos, na história que voa.