(Verso 1)
A noite abriu as portas, o brilho seduziu
Entre risos e copos, a prudência sumiu
O relógio parou, o juízo perdeu-se
Numa euforia louca que o destino teceu
Dizia que era festa, que o mundo era seu
Mas no fundo do copo, o perigo se escondeu.
(Refrão) 2x
Era uma noite de festa, uma noite de copos
Que o vento levou e não volta jamais
Por um pouco de brilho, em caminhos tortos
Perdeu-se a vida, ficaram os ais.
A estrada foi fim, o destino uma escolha
Um caminho sem volta que o tempo não colha
A vida parou onde o asfalto termina
E a família chora a sua própria ruína.
(Verso 2)
A luz do farol foi o último clarão
Num segundo de nada, parou o coração
O abraço que faltou, a palavra por dizer
Ficaram no asfalto, sem nunca florescer
A diversão passou, o silêncio ficou
E a casa vazia onde o sol não voltou.
(Ponte)
Em pedaços ficou quem ficou a esperar
Uma mesa posta, um vazio no lugar
A alegria de um brinde tornou-se num luto
Por um erro de um homem, um fim absoluto.
(Refrão Final) 2x
Era uma noite de festa, uma noite de copos
Que o vento levou e não volta jamais
Por um pouco de brilho, em caminhos tortos
Perdeu-se a vida, ficaram os ais.
A estrada foi fim, o destino uma escolha
Um caminho sem volta que o tempo não colha
A vida parou onde o asfalto termina
E a família chora a sua própria ruína.
(Outro)
A vida ficou na estrada...
E a família... em pedaços.