O ego inflado em um palanque de marfim
Um rei sem coroa que dita o próprio fim
Tanta ciência pra curar a dor
Mas usam o gênio pra semear o horror
A inteligência que rompeu o átomo
É a mesma mão que assina o epitáfio.
Verso 2
Ganância cega, um poço sem fundo
Vendendo o oxigênio de um resto de mundo
Discursos de paz escritos com sangue
Enquanto o lucro no cofre se expande
Olham pro céu buscando outra estrela
Mas destroem o chão antes de perdê-la.
Refrão
É o ápice do ódio, o humano se supera!
Inteligência que só sabe fazer guerra
A arrogância é o combustível do mal
Marchando orgulhosos pro abismo final
O ego é o deus, a ganância é o altar
E o sangue é o vinho que eles querem brindar!
Verso 3
Diplomacia em pontas de baioneta
A vaidade mata o que resta do planeta
Se acham gigantes, senhores do tempo
Mas são poeira sopradas pelo vento
O ódio é um vírus que eles mesmos criaram
E agora se espantam com o que se tornaram.
(Ponte: Ritmo de marcha militar que vai acelerando até um breakdown de Metal)
Bomba por ideia...
Morte por herança...
Onde foi parar a última esperança?
PODER! OURO! SANGUE!
Vocês venceram... mas não sobrou ninguém.
(Solo de Guitarra: Rápido, técnico e dissonante – simbolizando o caos das frentes de batalha)
Refrão
É o ápice do ódio, o humano se supera!
Inteligência que só sabe fazer guerra
A arrogância é o combustível do mal
Marchando orgulhosos pro abismo final
O ego é o deus, a ganância é o altar
E o sangue é o vinho que eles querem brindar!
Outro
(Gritado) O humano se supera!
Na arte de odiar...
Na sede de matar...
O silêncio das cinzas é tudo o que vai restar.
Tudo o que vai restar.