[Intro]
(Violão dedilhado lento e aveludado, com leve reverb)
Teu olhar me acende… me desarma devagar
Um perigo doce… que eu finjo não notar
(back suave: ahhh… ahhh…)
[Verso 1]
Você chegou como toque proibido
Perfume quente, intenção no olhar
Passos leves, boca que me convida
Eu sabia o risco… mas deixei me levar
[Pré-Refrão]
Teu nome ecoa baixo aqui dentro de mim
(back eco: dentro de mim…)
Como segredo que não quer sumir
Cada gesto teu me arrasta mais pra perto
E eu finjo controle… só pra te sentir
[Refrão]
Moça linda, desejo proibido
Te quero intensa, no escuro, escondido
(back: escondido… escondido…)
Na calada da noite a gente se perde
Pele na pele, sem medo, sem lei
Moça linda, pecado vivo
Batom vermelho, perigo bonito
(back forte: perigo bonito… oooh)
Se o mundo condena, deixa condenar
Esse fogo é nosso… ninguém vai apagar
[Primeiro solo de violão]
[Verso 2]
Mensagem tarde, coração disparado
“Vem devagar, não faz barulho, amor”
Luz baixa, silêncio no quarto fechado
Teu corpo fala… antes de qualquer palavra
[Pré-Refrão]
A linha é fina entre o certo e o querer
(back eco: o querer…)
E eu já cruzei sem nem olhar pra trás
Cada segundo contigo é pura vertigem
Você é o erro… que eu quero sempre mais
[Ponte]
E se amanhã tudo isso acabar?
Que acabe — hoje eu só quero sentir
(back suave: só quero sentir…)
Enquanto a noite guarda nosso segredo
Eu te quero assim… sem medo, sem freio
(Solo de guitarra sensual e lento — dedilhado com bends, slides e hammer-ons, 12-16 compassos)
[Refrão Final – mais intenso, com camadas]
Moça linda, desejo proibido
Te quero inteira, mesmo escondido
(back em camadas: escondido… inteiro…)
Na calada da noite o tempo para
Teu corpo no meu… nada mais importa
Moça linda, meu erro perfeito
Meu vício bonito, meu doce defeito
(back forte e eco: defeito… oooh… defeito…)
Se o mundo proíbe, eu deixo falar
Porque esse fogo nasceu pra queimar…
[Outro – fade out com violão dedilhado]
Teu olhar me prende devagar…
(back suave repetindo: devagar… devagar…)
E eu não quero que isso acabe… jamais…
(último back eco: jamais… ahhh…)