🎵 “Empate de Loucos em Vila do Conde” 🎵
(Introdução – som de estádio, claques ao fundo)
O apito soa alto em Vila do Conde,
Relva molhada, noite a ferver,
Rio Ave em casa, gigante responde,
Benfica entra forte, quer vencer.
(1º verso – relato)
Rola a bola, começa a emoção,
Benfica ataca, pressão total,
É golo encarnado, explode a nação,
Mas o Rio Ave não fica banal.
Resposta verde, contra-ataque fatal,
Cruzamento tenso, remate certeiro,
GOOOOLO do Rio Ave, empate geral,
Vila do Conde vira caldeiro!
(Refrão – cantado como claque)
É futebol, é coração,
Três a três, que loucura irmão!
Rio Ave luta, Benfica cai,
Ninguém desiste, ninguém sai!
É raça, é fé até ao fim,
Este jogo fica para mim!
(2º verso – jogo aberto)
Benfica marca, faz o segundo,
Toque de classe, bola no chão,
Mas o Rio Ave cresce no mundo,
Empurra com alma, com tradição.
Terceiro golo, o estádio treme,
Rio Ave empata, ninguém se rende,
Mas o Benfica ainda responde,
Faz o terceiro, jogo incendeia!
(Ponte – tensão final)
Últimos minutos, tudo ou nada,
Bola na área, confusão total,
Remate forte… defesa falhada…
GOOOOLO DO RIO AVE, É IGUAL!
(Refrão final – mais forte)
É futebol, é coração,
Três a três, que jogo irmão!
Rio Ave honra a camisola,
Benfica sofre mas não controla!
Noventa minutos de pura paixão,
Isto é Portugal, isto é emoção!
(Outro – narrador)
Apita o árbitro, termina o duelo,
Respeito no campo, aplauso geral,
Rio Ave 3, Benfica 3 no painel,
Um clássico moderno… histórico… brutal!