Somos caremenhos somos juntos somos família somos fé À Traição não vive no nosso coração irmão
Nas Caxinas nasce o dia,
o vento sopra do mar,
barcos dançam na maré
prontos pra vida lutar.
Famílias juntas na areia,
olhos postos no horizonte,
o mar chama os caremenhos
como voz antiga do monte.
Pré-Refrão
Mãos de sal e rede velha,
rostos marcados do vento,
cada onda conta histórias
de coragem e sofrimento.
Refrão
Oh Caxinas, terra do mar,
onde o coração aprendeu a lutar.
Caremenhos, filhos do sal,
família forte contra o vendaval.
Quando o barco volta ao cais,
há lágrimas, fé e oração,
porque o mar leva e traz
a vida dentro do coração.
Verso 2
As mulheres na janela
olham longe o mar escuro,
rezam baixo pela volta
do barco no futuro.
Crianças crescem na praia
entre redes e canções,
aprendem cedo que o mar
faz homens e faz corações.
Pré-Refrão
Cada peixe é esperança,
cada noite é provação,
mas nas Caxinas o povo
nunca baixa o coração.
Refrão
Oh Caxinas, terra do mar,
onde o coração aprendeu a lutar.
Caremenhos, filhos do sal,
família forte contra o vendaval.
Quando o barco volta ao cais,
há lágrimas, fé e oração,
porque o mar leva e traz
a vida dentro do coração.
Ponte
Se a tempestade gritar no céu,
e o vento quiser vencer,
os caremenhos levantam a rede
e voltam sempre a viver.
Refrão Final
Oh Caxinas, memória do mar,
onde o sangue aprende a remar.
Caremenhos nunca vão cair,
porque o mar nasceu para os ouvir.