Eu sou fluxo, não escassez.
O que busco também me busca — e o caminho se abre onde meus passos pisam com intenção.
Aos que vieram antes de mim, peço guarda:
que vossa força sustente os meus alicerces, e que nenhuma sombra do passado feche as portas do meu presente.
Que a abundância encontre em mim um vaso limpo, pronto para receber sem medo e distribuir com sabedoria.
Que a proteção me envolva como manto, que a clareza guie minha língua, e que o invisível que me acompanha — guias, ancestrais, forças superiores — caminhe comigo em silêncio e firmeza.
Eu honro o que tenho. Eu confio no que vem. Eu sou ponte entre o que foi e o que será.
Assim seja. Assim se faz. Assim se sustenta.