[Coro]
Omertà, silêncio é lei
(é lei, é lei)
Respeito se conquista, não se compra, não se recebe
(não se recebe)
Da Sicília a Moscou, o sangue é o mesmo pacto
Honra escrita em código, cada palavra é um contrato
[Verso 1]
Família antes de tudo, isso é sagrado
Um aperto de mão vale mais que um Estado
Nas sombras de Nápoles, nasce o legado
Quem trai o próprio sangue já nasceu condenado
Terno bem cortado, olhar calculado
Cada silêncio meu é um capítulo guardado
Não é sobre violência, é sobre lealdade
Um código antigo que atravessa a idade
[Coro]
Omertà, silêncio é lei
(é lei, é lei)
Respeito se conquista, não se compra, não se recebe
(não se recebe)
Da Sicília a Moscou, o sangue é o mesmo pacto
Honra escrita em código, cada palavra é um contrato
[Verso 2]
No frio de Moscou, a disciplina é rocha
Cada cicatriz no corpo é uma história que não se troça
Vorí v zakóne, hierarquia que não se afrouxa
Palavra dada é ferro, ninguém a desmoronha
Olho no olho, sem covardia, sem trapaça
Quem quebra o código, a própria sombra o caça
Não é sobre medo, é sobre a marca que se traça
Respeito construído lentamente, nunca em pressa
[Ponte]
Sangue chama sangue...
Lei chama lei...
De Palermo a Moscou, o mesmo juramento eu sei
[Coro final]
Omertà, silêncio é lei!
(é lei, é lei!)
Respeito se conquista, não se compra, não se recebe!
Da Sicília a Moscou, o sangue é o mesmo pacto
Honra escrita em código — ISSO NUNCA SE DESFAZ!