

Prompt / Lyrics
O querer do meu amor… não há no mundo igual… de noite ela me ataca, me ganha, me desarma, como um doce ritual… Nas manhãs ela me abraça… me beija da cabeça aos pés… faz pirraça, me ameaça… e diz baixinho: “cê é meu café…” Diz mil vezes que me ama, nossos corpos viram chama, como se fosse o final… Quando eu sumo, ela sente… fica fora, impaciente… chora um pranto desigual… O querer do meu amor não há no mundo igual… de noite ela me chama, vira fogo, vira chama, num desejo ritual… De manhã ela me abraça, beija o corpo, faz pirraça, diz que eu sou o seu café… me domina, me enlouquece, quando ama… acontece… faz de mim o que quiser… Quando eu chego, ela me abraça… faz promessa, ergue a taça… como um forte vendaval… de noite ela me laça… depois ri, depois disfarça… como um vício natural… O querer do meu amor não há no mundo igual… de noite ela me chama, vira fogo, vira chama, num desejo ritual…
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melodia cantarolada (usando sílabas como “la”, “na”, “ô”, “ai”) para um samba-canção envolvente
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No
4/10/2026