[Solo guitarra]
Um dia
Deixei a casa de meu pai
Pedi o que era meu
E fui viver a vida
Como eu sempre quis.
Bem longe
Do amor do meu pai
Vi que a distância maior
Não era a física
Mas no coração.
[Refrão]
Pai! Quero voltar, ao teu amor
À tua casa, quero viver para ti
Pai, me perdoa, pois eu errei
Fui longe demais, pequei.
Outro dia
Lembrei da casa de meu pai
Do quanto era feliz
E resolvi voltar
E dizer me arrependi
Bem perto
Vi a emoção do meu pai
Ao me ver retornar
Me vestiu, me calçou
E em meus braços
Se jogou.
[Refrão]
Pai! Quero voltar, ao teu amor
À tua casa, quero viver para ti
Pai, me perdoa, pois eu errei
Fui longe demais, pequei.
[Ponte]
De repente você vê seus amigos
Curtindo os prazeres que o mundo oferece
E decide seguir por esse caminho de morte.
Muitos que te veem fora da casa do Pai
Te julgam, te criticam
E quando você decide voltar
Esses mesmos continuam te criticando, te julgando
E julgam até o amor do Pai,
Por ti receber de volta.
Mas eles fazem isso por que estavam...
Perdidos na casa do Pai.
[Solo guitarra]
[Refrão]
Pai! Quero voltar, ao teu amor
À tua casa, quero viver para ti
Pai, me perdoa, pois eu errei
Fui longe demais, pequei.
[Narração com voz de megafone]
E o seu filho mais velho estava no campo; e, quando veio e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um dos servos, perguntou que era aquilo. E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou e não queria entrar. E, saindo o pai, insistia com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos. Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou a tua fazenda com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado. E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas. Mas era justo alegrarmo-nos e regozijarmo-nos, porque este teu irmão estava morto e reviveu; tinha se perdido e foi achado.