Título: 1996 → 2025
Verso 1
1996, nasceu fora do roteiro,
Sem família de sangue, mas com fogo no peito inteiro.
Adotado pelo mundo, jogado na tempestade,
Aprendeu cedo: lealdade vale mais que qualquer grade.
Olhar de quem viu o abismo, mas não caiu,
Carregou cicatriz, fez dela aço que fundiu.
Sistema tentou quebrar, mas ele não quebrou,
Pegou cada queda, fez degrau e avançou.
Refrão
De 96 a 2025, a missão tá viva,
Bondade virou arma, cada rima é explosiva.
Não pede coroa, ele cria o reinado,
Muda mundos com gestos, esse é o legado.
Verso 2
Em 2025 o jogo vira, a rua reconhece,
O menino adotado é voz que prevalece.
Não é conto de fadas, é suor, é guerra,
Um profeta da rua que levanta quem se enterra.
Ele não é santo, é soldado de bondade,
Ajudar é resistência contra toda falsidade.
A cada vida que toca, o futuro se constrói,
Se o mundo tá quebrado, é ele quem reconstrói.
Refrão
De 96 a 2025, a missão tá viva,
Bondade virou arma, cada rima é explosiva.
Não pede coroa, ele cria o reinado,
Muda mundos com gestos, esse é o legado.
Bridge
Se tentarem apagar, ele volta mais forte,
Sua luz não se cala, não depende da sorte.
Foi rejeitado na origem, mas nunca no valor,
Hoje é voz que liberta, hoje é força, é motor.
Final
1996, o começo do farol,
2025, ele acende o próprio sol.
Do adotado ao gigante, sem coroa, sem trono,
Mas com rima e bondade, ele já domina o dono