[INTRO]
A noite sem noção e o frio do campo
Durante o dia o calor infernal como o Saara
As pernas travam o corpo seca é o fim
[Verse 1]
Cada brasileiro tenta encontrar a liberdade
E todo esse sonho pesa e se torna realidade
Você pode pensar que sou louco
Mas me pergunto, tolo, cadê a liberdade que escuto
Sou George Augusto e venho pra lhe dizer isto
E não preciso ter medo
A terra prometida não é o que todos pensam
Preste atenção, vamos lá então!
Americanos podem ir pra onde quiser ir
Amo minha nação, agora preciso sair
Brasileiros são presos todas as vezes lá
A liberdade é coisa incrível lá
Na importa aonde quer que eu vá
Todos seremos apenas cachorros pra eles lá
Continuo rimando, enquanto tenho tempo
Não espere aqui, pois pouco a pouco
Conseguirão controlar você seu tolo
Isso é o que querem ver você se tornando
[Chorus 2X]
Filhinho da América
Chiclete no sapato
Dólar no bolso
Americano Safado
[Verse 2]
Você nunca pensou que esta deixando sua família
Que alguém te ama ainda, então dane-se
Estamos agora frente a frente
Como nos filmes de bang bang
Iraquianos esmagados por tanques
Bush não morde, mas é como a morte
Tony Blair não era bruxo, mas é como Bush
Então foge, só você pode, você tem sorte
Coiotes lhe ajudam e ainda ganha sua comissão
E até mesmo deles que te dão a liberdade da prisão
O brinde é sua própria morte
E nessas horas você precisa ser forte
Pra enfrentar a prisão sendo bandido
Querem seu dinheiro, você é como escravo
Pois ate hoje a escravidão existe otário
Apenas você que não percebeu isso ainda otário
Olhe pra sua volta e veja o tanto de escravo
Chinês, japonês, negro, pardo e até iraquiano é escravo
Já acabou o tal país dos trezes
Agora são 50 estrelas e o país ainda cresce
Você tem direito de ser livre como eles
Pois a liberdade de expressão foi condenada por eles
Pegou mil anos de prisão
Tente valorizar sua própria nação
Não seja inútil, não seja outro então
Tente sair de cabeça erguida dessa prisão, não seja
Um idiota de filme de besteirol americano
Tire essa pedra do caminho e continue andando
Borde seu próprio caminho mesmo que leve ano
E não seja mais um
[Chorus]
Filhinho da América
Chiclete no sapato
Dólar no bolso...
[Verse 3]
Então não continue a ser apenas um idiota
Pensando que um dia eles iram te amar
Agora saiba que eles são a América
Vamos lá, está a hora de você escapar
Você pode tentar agora continuar
Sem que você precise desistir ou parar
Até que surja um querendo te matar
Só pelo prazer de querer te matar
Eles são a América os “tais do mundo”
Que hoje se diz tudo ser “globalizado”
Como as guerras com soldados lutando pela a paz
Ah, pois a paz é a gente que faz
O nosso direito ainda é a liberdade
Por que eles ainda querem comprar de nós a verdade
A minha alma hoje não vale nenhum tostão
Perdi tudo que tenho, até minha própria nação
Infelizmente estou nas mãos de um americano
Que quer me ver arrastejando pelo o chão
Como um escravo diante de seus pés, ha
Pedindo o perdão pelo pecado de eu não ser americano