Às 5:30 da manhã tem o café e todos neste horário precisam estar de pé levanto, faço uma oração lavo. O meu rosto pra fila, vou pegar 2 pães. E um café atirar gosto sentam se na cama e olham um para o outro logo me vem na mente é mais um dia após o outro, não quero mais ficar aqui sair desse inferno. Uns vão à física e outros preferem remédio muitas das vezes uns aqui optam médico tudo é válido para sair desse tédio. Aqui dentro desse quadrado as horas são infinitas, também vejo pessoas que não largam da sua bíblia olho o relógio que ainda o marcam 6 e 30
Ouço lamentos julgamento remorso os correndo aqui tudo em sofrimento ambos em arrependimento, a esperança os consome de que o agente venha e grite o seu nome, atenção cidadão. Peque suas coisas e seu colchão seu alvará está na minha mão nesse momento, a alegria se torna constante. Por mais um que saiu desse lugar angustiante logo após ao meio-dia tenha refeição um pote que cabe na palma da minha mão a rotina é massante muitas vezes estressante para aqueles que os julgam meleantes a sociedade é cruel pois sou julgado no papel e para eles sou apenas mais um réu logo após a refeição, alguém grita oh O Rappa e na sequência, vejo a galeria toda organizada e pra não se perder vão se envolver tentar se entreter pra não enlouquecer matar o tempo até o dia anoitecer
Na hora da janta, é só a esperança, o rango só engana um pote pequeno com uma fruta que acompanha. As this vão se deitar aguardando o café que é as 5 e meia irá retornar