O cheiro de terra molhada.
Enquanto tudo para.
Em respeito a quem tudo criou.
Uma vida, no interior de tudo.
Ao longe vejo as matas e montanhas.
Um cafezinho, com bolinhos de chuva.
Uma vida simples. De um homem do campo.
Que acorda cedo, pra com a terra lidar.
E vê na chuva, as bençãos de Deus.
A lhe cuidar.
Iêê, iêê, iêê. Há. Há. Há.
Iêê, iêê, iêê. Há. Há. Há.
Minha terra, meu chão
Onde o sol nasce e se põe ao som
Do gado que mugem e do vento que venta
É onde eu nasci, é onde eu cresci
Minha gente, meu povo
Que trabalha duro desde o amanhecer
Com a esperança de um futuro melhor
E a certeza de que Deus está com a gente
Iêê, iêê, iêê. Há. Há. Há.
Iêê, iêê, iêê. Há. Há. Há.
É uma vida simples.
Em que Deus nos abençoou.
O cheiro de terra molhada.
Enquanto tudo para.
Em respeito a quem tudo criou.
Uma vida, no interior de tudo.
Ao longe vejo as matas e montanhas.
Um cafezinho, com bolinhos de chuva.
Uma vida simples. De um homem do campo.
Que acorda cedo, pra com a terra lidar.
E vê na chuva, as bençãos de Deus.
A lhe cuidar.
Iêê, iêê, iêê. Há. Há. Há.
Iêê, iêê, iêê. Há. Há. Há.
Minha terra, meu chão
Onde o sol nasce e se põe ao som
Do gado que mugem e do vento que venta
É onde eu nasci, é onde eu cresci
Minha gente, meu povo
Que trabalha duro desde o amanhecer
Com a esperança de um futuro melhor
E a certeza de que Deus está com a gente
Iêê, iêê, iêê. Há. Há. Há.
Iêê, iêê, iêê. Há. Há. Há.
É uma vida simples.
Em que Deus nos abençoou.