(Verso 1)
O universo se expande e depois implode
Nós somos o átomo que se choca, explode
nossa alma No meio do caos racha, se desfaz
Não existe amanhã, só existe o hoje, agora tanto faz
Vem me desorganizar, me tira do eixo
Nosso amor é um buraco complexo
Eu posso ver o universo através do seu reflexo
Isso de alguma forma, me deixa perplexo
(Estático)
(Ponte)
O fim está batendo na porta, deixa ele entrar...
Se tudo vai acabar, que seja em você que eu vá desmoronar
(Refrão)
O caos me chama, a ordem desmorona!
O que era sólido agora é fumaça!
A música para, a luz se apaga
Na entropia, a gente se acaba
Pois Talvez o fim… não seja de fato o fim…
Porque enquanto houver caos, você estará, em mim.
Pois Talvez o fim… não seja de fato o fim…
Porque Enquanto houver caos, você estará, em mim.
Em mim…
(Verso 2)
Lei de Murphy: o que for pra ser, vai ser
O que tiver que acontecer, vai acontecer
Eu não quero a cura, eu quero me perder, em você
Se o azar é o destino, eu abraço o perigo
Na desordem perfeita, o meu caos é contigo
(Ponte)
O fim está batendo na porta, deixa ele entrar...
Se tudo vai acabar, que seja em você que eu vá desmoronar
(Refrão)
O caos me chama, a ordem desmorona!
O que era sólido agora é fumaça!
A música para, a luz se apaga
Na entropia, a gente se acaba
Pois Talvez o fim… não seja de fato o fim…
Porque enquanto houver caos, você estará, em mim.
Pois Talvez o fim… não seja de fato o fim…
Porque Enquanto houver caos, você estará, em mim.
Em mim…
(Verso3)
Não tenta consertar o que nasceu pra se quebrar
A lei é clara: nada volta pro lugar
(Refrão)
O caos me chama, a ordem desmorona!
O que era sólido agora é fumaça!
A música para, a luz se apaga
Na entropia, a gente se acaba
Pois Talvez o fim… não seja de fato o fim…
Porque enquanto houver caos, você estará, em mim.
Pois Talvez o fim… não seja de fato o fim…
Porque Enquanto houver caos, você estará, em mim.
Em mim…
Pois Talvez o fim… não seja de fato o fim…
Porque Enquanto houver caos, você estará, em mim.
Em mim…