(estrondosos…)
(estrondosos…)
(estrondosos…)
(estrondosos…)
(Verso1)
Um brilho obsidiano surgiu no jardim
o ontem e o agora se perderam em mim
O marco zero de um novo estopim.
Diante do abismo, faminto e vazio
Eu me pergunto…
Será que a evolução é esse isolamento…?
Perder o contato, perder o momento…?
(Pré refrão)
Se eu tocar esse mistério… se o brilho me levar…
Haverá alguém em casa a me esperar?
Alguém em que eu possa confiar?
Em que eu possa me entregar…
(Refrão)
Minha mente está em outro plano…( buscando…)
Transcendendo... onde o "eu" é um ruído…
(Evoluindo…)
O humano está despido, A razão é um abrigo.
E O divino... me deixou tentado
a comer Do fruto proibido
Eu tive um vislumbre do fim…
Um abismo ecoando em mim…
Eu tive um vislumbre do fim…
ecoando em mim…
(Verso 2)
O brilho negro do monolito, despe a razão
No toque frio, uma intangível conexão
O despertar da consciência, uma transmutação
Diante do abismo, faminto e vazio
Eu me pergunto…
Será que a evolução é esse isolamento…?
Perder o contato, perder o momento…?
(Pré refrão)
Se eu tocar esse mistério… se o brilho me levar…
Haverá alguém em casa a me esperar?
Alguém em que eu possa confiar?
Em que eu possa me entregar…
(Refrão)
Minha mente está em outro plano…( buscando…)
Transcendendo... onde o "eu" é um ruído…
(Evoluindo…)
O humano está despido, A razão é um abrigo.
E O divino... me deixou tentado
a comer Do fruto proibido
Eu tive um vislumbre do fim…
Um abismo ecoando em mim…
Eu tive um vislumbre do fim…
ecoando em mim…
(Ponte) [Explosão sonora - O momento do Stargate]
O tempo escorre pelos meus dedos...
As galáxias pulsam no meu peito...
Fractais de memória...
Lapsos de glória… haaa…
Eu tive um vislumbre do fim…
Um abismo ecoando em mim…
Eu tive um vislumbre do fim…
ecoando em mim…
(estrondosos…)
(estrondosos…)
Eu tive um vislumbre do fim…
Um abismo ecoando em mim…
Eu tive um vislumbre do fim…
ecoando em mim…
(estrondosos…)
(estrondosos…)