[Intro]
Yeah.
Ouviu o trovão?
Então corre.
[Refrão]
Tempestade solta quando eu piso no chão
Raio na presa, trovão no pulmão
Chamam mascote? eu sou calamidade em ação
Astrax chegou — vira pane a região.
Morde o medo
Rasga o céu
Meu latido faz o mundo entrar em colapso cruel.
[Verso 1]
Criatura sagrada, erro da natureza
Forma de lobo, poder de realeza
Meu humor muda o clima com certeza
Se eu tô puto vira apocalipse na mesa.
Não sou pet
Sou evento.
Monstro antigo em encapsulamento.
Quer me domar?
Tentativa fofa.
Eu faço tempestade só balançando a cauda.
[Flow switch]
RRRAH!
Velocidade elétrica
Caçada frenética
Presença quase mitológica estética.
Teu dragão voa?
Legal. eu trovejo.
Teu deus ruge?
Eu faço ele emudecer no manejo.
(Refrão)
Tempestade solta quando eu piso no chão
Raio na presa, trovão no pulmão…
[Verso 2]
Marek me encara? respeito imediato
Punho com raio virou pacto.
Com Darian no front? desastre formado
Duas catástrofes no mesmo lado.
Sou o glitch do ecossistema
Predador virando dilema
Lenda viva em quatro patas
Teu bestiário me trata como problema.
[Beat Drop]
Crash.
Thunder.
Skybreaker.
Predador divino
Stormmaker.
Quando rosno
montanha treme.
Quando avanço
teu mito geme.
[Bridge — vibe absurda, flow acelerado]
Não late… profetiza.
Não corre… eletriza.
Se a lua sobe
Minha forma cresce.
Se a guerra chama
A fera aparece.
[Final Verse — modo boss]
Sou tempestade com instinto selvagem
Relâmpago puro em forma de coragem
Nem bicho, nem deus
Sou outra linguagem.
Se ouvir trovão…
Já é tarde.
[Último Refrão, voz e beat explodem]
Tempestade solta quando eu piso no chão
Raio na presa, trovão no pulmão
Não é mascote — é destruição com coração
Astrax latiu… fim da discussão.