[Intro – voz rouca, violão de fundo]
É...
Tem coisa que a gente só entende…
Quando perde.
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[Verso 1]
Cê foi embora levando minha paz,
Deixou silêncio onde antes tinha nós dois.
Agora eu falo com a parede e com os ais,
E respondo as mensagens que nunca vêm depois.
Larguei de ser orgulhoso só pra te ter de volta,
Mas você virou lembrança que não abre a porta.
Meu travesseiro tá sabendo mais que o mundo,
Do quanto eu me afogo nesse amor profundo.
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[Pré-Refrão]
Tô bebendo pra esquecer, mas só lembro de você,
Essa saudade é faca cega, corta sem querer.
Já tentei outros corpos, tentei me iludir,
Mas teu beijo é maldição que insiste em me seguir.
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[Refrão – com força e emoção]
Foi amor, mas foi tarde…
Você partiu sem deixar metade.
Me deixou inteiro, mas vazio de verdade,
Coração batendo só por vontade.
Foi amor, mas doeu…
Tipo tempestade que o céu esqueceu.
Agora o sol até brilha, mas não tem calor,
Porque o que era pra ser pra sempre, se perdeu no tempo e na dor.
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[Verso 2]
Lembro do teu riso escorrendo no meu peito,
Dos planos jogados no chão, feito defeito.
A gente era tão certo, que virou errado,
Quando o destino resolveu brincar de lado.
E eu sigo aqui, entre copos e canções,
Contando os cacos das minhas emoções.
Enquanto você, talvez, nem pense mais em mim…
Eu fico preso nesse amor que não teve fim.
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[Pré-Refrão – variação]
Já tentei me enganar, tentei até sorrir,
Mas quem ama de verdade não aprende a fingir.
E eu não sei viver metade do que era com você…
Tô vivendo de migalha, tentando sobreviver.
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[Refrão – com mais força ainda]
Foi amor, mas foi tarde…
Você partiu sem deixar metade.
Me deixou inteiro, mas vazio de verdade,
Coração batendo só por vontade.
Foi amor, mas doeu…
Tipo tempestade que o céu esqueceu.
Agora o sol até brilha, mas não tem calor,
Porque o que era pra ser pra sempre, se perdeu no tempo e na dor.
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[Ponte – com violino ou sanfona leve]
Se um dia cê voltar, já vai ser outra história…
Mas o amor que a gente teve, vai viver na memória.
Porque tem coisa que o tempo cura…
Mas tem amor que a alma jura, e não esquece nunca.
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[Último refrão – mais lento, rasgado de emoção]
Foi amor… mas foi tarde…
E mesmo sem você, meu peito arde.
Se amar é sofrer, eu sofri por nós dois…
Mas tem dor que a gente leva, até depois…