Lá no setor das vassouras, começa o clarear,
Ferramenta já na mão, ninguém pode afrouxar,
É graxa na bombacha, é suor no corredor,
É a turma da mecânica honrando a Condor!
Tico ajeita o motor, Teco vai regular,
Catatau dá risada vendo a máquina rodar,
Facão corta o problema sem deixar nada ao léu,
E o Véio experiente já sabe o rumo do céu!
Ôôô, bate forte o coração!
É chamamé na produção!
Se a máquina dá parada,
Eles entram em ação!
Com Célio supervisionando
E o Sildemar na direção,
É orgulho dessa gente
Que levanta a produção!
Se estoura uma correia ou o eixo faz gemer,
Não demora dois minutos pra turma resolver,
É chave e parafuso, martelo e precisão,
Cada peça no lugar, firmando a tradição.
Tico e Teco lado a lado, parceria sem igual,
Catatau no improviso sempre manda genial,
Facão nunca se entrega, vai até clarear,
E o Véio dá conselho pra máquina funcionar.
Ôôô, bate forte o coração!
É chamamé na produção!
Se a máquina dá parada,
Eles entram em ação!
Com Célio supervisionando
E o Sildemar na direção,
É orgulho dessa gente
Que levanta a produção!
E quando o turno termina e a sirene vai tocar,
Tem sorriso no semblante e orgulho no olhar,
Porque lá no setor das vassouras, pode acreditar,
Tem mecânico gaúcho que nasceu pra trabalhar!