Giovana fechou a porta de casa com a mão tremendo,
E o coração batendo alto, quase se desfazendo.
Deixou tudo pra trás — memórias, abraços, destino…
Mas seguiu a estrada, dizendo: “Eu preciso ser meu caminho.”
(Pré-Refrão – Intensidade crescente)
Porque sonho não espera, sonho grita no peito,
E ela sabia que ficar seria seu maior defeito.
(Refrão – Explosivo, comovente)
E quando a saudade rasga sem pedir perdão,
Ela segura a xícara de café como se fosse proteção.
O vapor sobe lento… e parece o abraço de quem ficou,
E ela olha o horizonte chorando o que nunca confessou.
As montanhas, gigantes, guardam sua dor e sua fé,
São o ombro que ela encontra quando a coragem falha em pé.
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(Verso 2 – Emoção profunda)
No motorhome dela, cada fotografia chama seu nome,
A voz da família ecoa no silêncio que consome.
E mesmo longe, ela sente o amor que deixou pra trás,
Como se cada lembrança gritasse: “Menina, vai e faz!”
(Pré-Refrão – Carregado de sentimento)
E o peito aperta forte, mas ela não desiste,
Porque quem nasceu pra sonhar… vive antes que a vida insiste.
(Refrão – Mais intenso ainda)
E quando a saudade pesa como pedra no coração,
Ela pega o café, respira fundo, enfrenta a solidão.
Faz uma ligação só pra escutar o “tá tudo bem”,
Mesmo sabendo que a voz do outro lado é o que sustenta ela também.
As montanhas viram muralhas segurando sua emoção,
São testemunhas do amor que ela carrega na mão.
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(Ponte – Romântica, cortante, inesquecível)
Às vezes, no frio da noite, o vento chama por alguém…
E ela sente o toque dele como se estivesse ali também.
O amor ficou distante, mas nunca foi embora,
E o nome dele ecoa suave… toda vez que a alma chora.
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(Refrão Final – O mais explosivo de todos, cinematográfico)
E quando o mundo parece grande demais pra enfrentar,
Ela ergue a xícara de café como quem aprende a guerrear.
Olha o horizonte firme, com lágrimas e determinação,
E diz pra si mesma: “Eu vim pra vencer, não pra voltar não.”
Liga pra família com a voz trêmula, mas cheia de bravura,
E as montanhas respondem baixinho:
“Aqui você encontra força… quando faltar ternura.”
Giovana segue o sonho dela com a alma inteira,
Vivendo longe, mas carregando no peito a saudade verdadeira.