Quatro homens nos arredores da cidade, marcados pela doença, expulsos da vida. A fome grita alto na noite, e ninguém ousa resgatá-los. Eles se olham, com o olhar pesado, mas um deles diz baixinho: "Ficar é inútil. Se partirmos, a morte poderá nos ver, mas talvez haja um amanhã, em algum lugar à frente."
Entre a esperança e o desespero, no portão da cidade, no crepúsculo. Quando tudo desmorona, resta apenas uma decisão:
Vamos em frente, não nos percamos. Deus pode salvar, mesmo através dos fracos, Seus caminhos não são nossos planos. Quatro no portão, mas com Ele, um novo começo começa.
Eles entram na escuridão, o acampamento tão silencioso, nenhum grito, nenhum inimigo, apenas a vontade divina. O que ninguém viu, Ele já fez há muito tempo: um milagre que começou com coragem.
Eles carregam a mensagem, retornam, os rejeitados se tornam um pedaço de felicidade.
Eles clamam à cidade onde a esperança vive,
pois o Senhor deu tudo.
Talvez você também seja como eles –
perdido, esquecido, à margem da história.
Mas quando você anda em Sua luz,
seu passo se torna um testemunho, sua dor, uma visão.
Entre a esperança e o desespero,
às portas da cidade, no crepúsculo.
Quando tudo desmorona, resta apenas uma decisão –
Vamos em frente, não nos percamos.
Deus pode salvar, mesmo através dos fracos,
Seus caminhos não são os nossos planos.
Quatro às portas – mas com Ele, um novo começo começa.
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