(Intro)
Yoooh. It's Me Viruz Boy
com assuntos de Moz
Durante as manifestações
Pensávamos que tivéssemos recuperado
"Mas na verdade"
Era tudo uma fantochada
"Sem opções"
(Verso 1)
Fomos amordaçados, assassinados
"Na verdade"
Nenhuma revolução vem sem machucados
De frente em frente o povo sofrido com os mascarados
"Mas na verdade"
Fizemos um esforço, atoa
Que hoje somos vistos sem sermos vistos
Para continuar o que podemos
Ia nos provar de que Podemos
(Refrão 1)
Vozes silenciadas, esforço em vão
A verdade mascarada, sem ter opção
A revolução ferida, o povo a sangrar
Mas a luta continua, havemos de provar.
(Verso 2)
Mesmo sem o VM7 ou Albinos
A revolução vem dos oprimidos
Mesmo sem termos comprimidos
Pois os opressores, acham todos refugiados
A vida não é fácil "não"
Yes mesmo assim, ainda continuamos
Numas nuvens ainda vivos e obrigados
Aceitar a realidade tecnológica
Mesmo sem ter nenhuma lógica
(Refrão 2)
Silêncio imposto, lógica ausente
A luta dos oprimidos, semente
De uma revolução que teima em nascer
Um futuro mais justo há de acontecer.
(Verso 3)
Actualmente toda a voz
Dos que não têm voz
Andam completamente silenciados
Sempre falei e pensei que fosse exageros
Que nenhum político mudaria a vida dos povos
Ungido ou não, todos eles são os mesmos
Fazendo e desfazendo,
Abusando e ignorando,
Roubando até matando,
Tirando até extraindo,
Furando até esmagando
Órgãos políticos até humanos,
Isto é desohumano
(Refrão 3)
Sem voz, sem mudança, a mesma sina
A política corrupta que nos contamina
Mas a verdade resiste, a chama não se apaga
Um dia a justiça encontrará a sua vaga.
(Outro)
Como fosse queimada, desmantelada,
Nos deixando na maior cilada,
Isso não é exagero e nem mera consciência
Isso faz parte do jogo é uma ciência
É uma parte de toda a violência.
The universal Rappers