[Intro – falado com sarcasmo]
Ya...
Dedicado aos dois melhores estafetas da zona...
Marco & Celso — logístika do Apocalipse.
Se encomendaste mobília...
Boa sorte.
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[Verso 1]
Marco na rua com sofá às costas,
Mas vira na curva, móve’l bate nas portas.
Celso no piso com cara de chefe,
Mas deixou o colchão no tejadilho da Caddy, qué stress!
Disseram que vinham de manhã cedinho,
Chegaram às seis com cara de vizinho.
Marco entra e diz “isto cabe tranquilo” —
Mas prende o armário nas escadas do prédio antigo!
Celso bate no móvel: “tá firme, confia”
Trinta segundos e parte a gaveta da pia.
Instalam o fogão mas esquecem o cabo,
Depois perguntam “queres fatura ou rabo?”
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[Refrão]
Marco & Celso — estafetas do caos,
Montam a cama? Fica a ranger aos saltos.
Disseste "não risquem"? Já foi riscado,
Chegam sempre tarde, serviço atrasado.
Marco & Celso — mitos urbanos,
Com eles, sofá vira escândalo em planos.
Querias mobília? Chamaste azar,
São lendas do bairro… a não entregar.
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[Verso 2]
Celso empurra, diz “passa na boa”,
Mas arranha a parede e parte uma roda.
Marco responde “isto cola com fita”,
Pus a mão no armário — caiu a gaveta maldita.
Fazem montagem como quem joga Tetris,
Móvel ao contrário, pregos em série.
Dizem “é fácil”, mas saem a rir,
Ficou torto... mas “olha, já tá, curti?”
Levam mais tempo a fumar no vão,
Que a meter as peças na posição.
Manual? Tá no carro, a 3 quarteirões.
Chama o Marco e o Celso — e depois orações.
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[Refrão]
Marco & Celso — estafetas do caos,
Montam a cama? Fica a ranger aos saltos.
Disseste "não risquem"? Já foi riscado,
Chegam sempre tarde, serviço atrasado.
Marco & Celso — mitos urbanos,
Com eles, sofá vira escândalo em planos.
Querias mobília? Chamaste azar,
São lendas do bairro… a não entregar.
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[Outro – falado com atitude]
Marco... Celso...
Vocês são tipo IKEA com lag —
Entrega vem, mas o trauma também.
‘Tás a ver aquele armário torto?
Foi amor à primeira pancada.
Big up, bros... mas deixem-me montar sozinho da próxima