[Verse 1]
Você dizia que o tempo um dia ia nos juntar,
E eu, tolo, aprendi a esperar.
Cada palavra sua era abrigo,
Mesmo que o frio viesse comigo.
[Pre-Chorus]
Mas eu devia saber,
que promessas também morrem ao amanhecer.
[Chorus]
E quando o sol te encontrou nos braços de alguém,
minhas mãos aprenderam o peso do ninguém.
Teu “eu te quero” virou eco no fim,
e o que sobrou de nós… vive só em mim.
[Verse 2]
Lembro do riso que fingia calor,
de cada olhar que escondia o desamor.
E eu, cego, quis enxergar o que não havia,
um amor que só existia em poesia.
[Pre-Chorus]
As entrelinhas contavam a verdade,
mas eu escolhi sonhar — covarde.
[Chorus]
E quando o sol te encontrou nos braços de alguém,
minhas mãos aprenderam o peso do ninguém.
Teu “eu te quero” virou eco no fim,
e o que sobrou de nós… vive só em mim.
[Bridge]
Agora sigo, entre lembranças e ruínas,
das flores que plantei nas tuas mentiras.
Não te culpo — nem me salvo,
apenas deixo o vento levar o que restou de nós.
[Outro]
Porque às vezes o amor é só um espelho,
onde a esperança reflete o erro.
E eu fui só mais um…
que acreditou demais em promessas vazias.
[Verse 3]
Agora vejo em cada sombra um pouco de dor,
mas também aprendo a encontrar o valor.
As noites que choramos vão se desfazer,
e quem sabe um dia eu conseguirei renascer.