[Verso 1]
Meses e meses — eu aguentei,
cada hora, cada lei.
Fiquei acordado, você partiu,
deixou a gente, nem sentiu.
De manhã, bancando o tal,
grita alto que o mundo é seu.
Mas sem nós, você não seria,
seu orgulho é só ironia.
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[Pré-Refrão]
Você diz que conquistou,
mas eu vejo o que te faltou.
Seu espelho mente todo dia,
mas a verdade brilha na tua cara fria.
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[Refrão]
Com suas mentiras — o brilho cai,
só os tolos acreditam mais.
O fracasso marca tua pele,
corre em círculos, achando que é rebelde.
Com suas mentiras — tudo desceu,
você jogou, mas ninguém te aplaude, entendeu?
Eu tô de pé — com fé e luz,
e você? Nunca foi quem diz que é, nem quis ser justo.
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[Verso 2]
A gente lutou, você fingiu,
falou de feitos que nunca existiu.
Gritou: “Olha o que eu posso fazer!”
Mas sem a gente, não ia crescer.
Te vejo agora, sem valor,
sombra perdida do que restou.
Não acredito em nada mais,
teu teatro acabou, jamais voltas atrás.
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[Refrão]
Com suas mentiras — o brilho cai,
só os tolos acreditam mais.
O fracasso marca tua pele,
corre em círculos, achando que é rebelde.
Com suas mentiras — tudo desceu,
você jogou, mas ninguém te aplaude, entendeu?
Eu tô de pé — com fé e luz,
e você? Nunca foi quem diz que é, nem quis ser justo.
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[Ponte – suave, emocional]
Talvez já tenha sido real,
mas você mesmo destruiu.
Trocou amizade por vaidade,
e ninguém te ouviu.
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[Último Refrão – poderoso]
Com suas mentiras — o brilho cai,
só os tolos acreditam mais.
O fracasso grita no teu olhar,
eu sigo em frente — e você fica pra trás.
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[Outro – falado, calmo]
Meses e meses...
a gente aguentou.
Você gritou...
mas ninguém mais escutou.
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